A única plataforma SaaS multi-município que unifica fiscalização ambiental forense, prevenção climática de riscos e educação ambiental baseada em dados primários do território. Uma estrutura desenvolvida para aumentar a arrecadação municipal, evitar multas e mitigar processos no Tribunal de Contas frente aos desafios das mudanças climáticas globais.
Pioneirismo Global O Ecossistema YBYRÁ é uma solução única no mundo. Não entregamos apenas dados isolados ou consultorias pontuais: Entregamos tecnologia de ponta, inteligência fiscal e engajamento social em uma única plataforma integrada.
| Soluções Tradicionais do Mercado | Ecossistema YBYRÁ (Único no Mundo) |
|---|---|
| Monitoram dados, mas não educam a população. | Sincroniza monitoramento em tempo real com educação local. |
| Entregam diagnósticos ambientais sem foco em resiliência. | Conecta governança fiscal, prevenção climática e compliance. |
| Foco isolado em empresas ou em governos. | Atende municípios e ecossistemas corporativos simultaneamente. |
Cidades brasileiras enfrentam o colapso financeiro e jurídico decorrente de desastres climáticos e gestões fragmentadas. O Ecossistema YBYRÁ realoca o seu município na era da governança digital ativa. Nossa tecnologia aumenta a arrecadação municipal através da otimização e apropriação técnica do ICMS Ecológico, organiza evidências regulatórias que evitam multas e processos de responsabilidade fiscal no Tribunal de Contas e protege a sua população de forma preditiva. Baseado na métrica científica do Valor Estatístico de Vida Humana (VSL) calculada pelo IPEA em R$ 4,2 milhões por indivíduo, indicador que orienta políticas públicas para reduzir o risco de perda de uma vida humana, provamos que o investimento na plataforma se paga no primeiro alerta emitido, garantindo a total integridade da população.
Toda a tecnologia, motor de risco e identidade do ecossistema são de propriedade intelectual da Ecossistema YBYRÁ INOVA SIMPLES. O desenvolvimento técnico e a validação institucional são conduzidos pelo corpo técnico corporativo da Ecossistema YBYRÁ, composto por especialistas multidisciplinares com qualificações de excelência em GovTech, ClimateTech e EdTech.
A aquisição institucional opera na modalidade exclusiva de assinatura SaaS. Por se enquadrar como uma ferramenta pioneira de inovação sem concorrentes diretos no mercado B2G, as prefeituras contam com total segurança legal:
Não dependa de autoavaliações corporativas frágeis e questionários estáticos que não resistem a auditorias profundas. O módulo ESG do Ecossistema YBYRÁ cruza dados reais de fiscalização, riscos hidrológicos e impacto comunitário para auditar o desempenho de empresas e cadeias de suprimentos. Garanta conformidade rigorosa com marcos regulatórios como a IN CVM 59/2021, elimine passivos jurídicos e ambientais corporativos, mapeie riscos operacionais industriais contra intempéries e comprove evidências técnicas para acessar fundos de investimento e financiamentos verdes internacionais.
A solução encontra-se consolidada sob o nível de maturidade corporativa pronta para implantação imediata em produção, homologada através de testes de estresse sistêmicos, simulações de fluxo IoT e validações avançadas de criptografia.
Detentora Legal: Inova Simples Ecossistema YBYRÁ. Qualificações: Autoria técnica conduzida por especialistas seniores que atuam de forma transdisciplinar nos segmentos de GovTech, ClimateTech e EdTech.
Instalação comercial engloba provisionamento de instância em nuvem dedicada corporativa, parametrização de limites microclimáticos de solo/fábrica e 16 horas de treinamento. Oferece SLA padrão de atendimento ou suporte 24 horas por dia com tempo de resposta de 2 horas. Tempo de atividade contratual de 99,9% acoplado a banco de dados de alta performance. Segurança baseada em criptografia corporativa de ponta e arquitetura interna Zero Trust nativa.
A aquisição corporativa do software opera no modelo flexível de assinatura SaaS recorrente, mitigando investimentos iniciais complexos em infraestrutura de TI local:
Softwares proprietários totalmente desenvolvidos, operacionais em nuvem e com registro de propriedade intelectual concedido pelo INPI
Telas do Ecossistema YBYRÁ, online e funcional
Módulo 1. Base estrutural e segura do sistema multi-inquilino. Controla segurança universal, trilhas de auditoria forense e isolamento absoluto de dados em nuvem.
Módulo 2. Sistema offline-first robusto criado para lavratura digital de Auto de Infração Ambiental (AIA). Automação e precisão jurídica no mapeamento de APAs.
Módulo 3. Motor preditivo inteligente para processamento contínuo de sensores IoT de campo, gerenciando o painel de riscos ambientais críticos da Defesa Civil.
Módulos 4 e 5. Pipeline pedagógico anonimizado LGPD-EDU para redes de ensino e gerador de score socioambiental territorial parametrizado por CNPJ empresarial.
O módulo AMANARÁ é alimentado continuamente por sensores IoT industriais instalados estrategicamente nos locais de risco do município. A plataforma interpreta essas leituras ambientais e emite alertas automatizados no exato segundo em que os limiares técnicos pré-definidos são atingidos. Essa automação antecipa e evita tragédias humanas causadas por eventos climáticos extremos, entregando ao município uma verdadeira Inteligência Territorial que blinda a integridade de seus cidadãos.
Cada documento, relatório ou evento gerado no ecossistema passa por um algoritmo criptográfico moderno. Esses hashes são interligados de forma encadeada, criando um livro-razão imutável que protege a gestão contra fraudes e prepara o município com total segurança para auditorias externas rigorosas.
Emitimos documentos com transparência absoluta. Qualquer cidadão ou auditor pode escanear o QR Code impresso em nossos relatórios oficiais e checar sua integridade e autenticidade jurídica instantaneamente em nosso portal público, sem necessidade de login.
O período recente consolidou índices alarmantes apontando desajustes hidrometeorológicos em escala mundial.
Consolidado estritamente como o ciclo de anos mais quentes já monitorado na história das civilizações.
A temperatura média recente registrou alta de mais de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, expandindo a frequência e a severidade de inundações glaciais e de várzea.
Representam atualmente o desastre natural mais recorrente, frequente e de maior dano econômico do planeta.
Contingente equivalente a 23% de toda a população mundial diretamente exposta a cheias severas do tipo 1-em-100-anos.
Em 2022, inundações atingiram 57 milhões de pessoas e causaram 8.050 mortes. Em 2025, os prejuízos somaram US$ 28 bilhões com 4.200 mortes mundiais (sendo 85% via enchentes repentinas).
• Alemanha e Bélgica (2021): Chuvas excepcionais provocam mais de 220 mortes e perdas materiais que ultrapassaram US$ 40 bilhões.
• Henan, China (2021): Precipitação recorde superior a 600 mm em apenas três dias, com metrô inundado e centenas de mortos.
• Paquistão (2022): Desastre histórico afetando diretamente 33 milhões de pessoas, com cerca de 1.700 mortes e um terço do território nacional inundado.
• Líbia (2023): Tempestade Daniel rompe duas barragens e dizima a cidade de Derna com milhares de mortos.
• Espanha, Valência (2024): Registradas 232 mortes e milhares de desalojados em um dos maiores desastres da Europa.
Fenômenos de altíssima taxa de mortalidade induzidos por desmatamento, solos saturados e ocupações irregulares.
• Himalaia, Índia (2021-2025): Centenas de vítimas contabilizadas em decorrência de fluxos de detritos, inundações glaciais e desprendimentos de encostas.
• Nepal: Monções severas e persistentes deflagram milhares de escorregamentos de encostas, destruindo rodovias e isolando comunidades inteiras.
• Congo (2023-2025): Múltiplas ocorrências geológicas de escorregamento associadas a cheias pluviométricas volumosas resultam em centenas de mortes.
• Brasil (2022-2024): Episódios de alta gravidade e perdas humanas concentrados em Petrópolis, São Sebastião e Rio Grande do Sul.
O aquecimento global atua diretamente alterando os regimes de neve, gerando ciclos rápidos de congelamento/degelo e neve úmida instável.
• Himalaia (Índia e Paquistão): Tempestades violentas de neve e calor marcam avalanches úmidas de grande escala, causando dezenas de mortes civis e militares.
• Afeganistão: Nevascas históricas seguidas por elevações térmicas rápidas disparam sucessivas avalanches sobre vilarejos.
• Alpes Suíços: Instabilidade severa na cobertura de neve alpina e registros de perdas recordes de massa de geleiras.
Nota de Fechamento da WMO: Dados das últimas cinco décadas apontam a ocorrência média de um desastre diário associado ao clima ou à água. A frequência e os prejuízos econômicos mantêm crescimento contínuo, porém a mortalidade recuou globalmente devido à implantação ativa de sistemas de alerta precoce e gestão de riscos preventivos territoriais.
Nos últimos cinco anos (2021 a 2026), o Brasil registrou uma intensificação severa em eventos hidrometeorológicos — combinando tempestades convectivas, inundações bruscas, movimentos de massa e secas históricas amplificadas por fenômenos globais (como o El Niño e o aquecimento da temperatura de superfície do oceano).
Tipo de evento: Precipitação volumétrica de caráter sem precedentes históricos, transbordamento generalizado de bacias hidrográficas e inundações em larga escala.
• Impacto Territorial: 478 dos 497 municípios gaúchos (≈ 2,4 milhões de pessoas afetadas).
• Fatalidades: 183 mortes confirmadas.
• Deslocamentos: Mais de 600 mil pessoas desabrigadas e desalojadas.
• Perdas Econômicas: Estimadas entre R$ 80 bilhões e R$ 90 bilhões em danos diretos a bens públicos, residências, lavouras e parque industrial.
Tipo de evento: Estresse hídrico severo induzido pela combinação do El Niño e aquecimento global, colapsando o transporte hidroviário e provocando queimadas intensas.
• Impacto Humano: Mais de 480 mil pessoas isoladas no Amazonas, com desabastecimento de água potável e insumos.
• Perdas Econômicas: Estimadas em mais de US$ 5,4 bilhões (~R$ 28 bilhões) na América do Sul/Brasil.
• Matriz Energética: Afetou o agronegócio e derrubou a geração hidrelétrica nacional para menos de 50% nos picos.
Tipo de evento: Chuva pluviométrica acumulada superior a 680 mm em 24 horas, desencadeando escorregamentos de terra na Serra do Mar.
• Fatalidades: 65 mortes (64 em São Sebastião e 1 em Ubatuba).
• Deslocamentos: Mais de 4.000 pessoas desabrigadas/desalojadas.
• Perdas Econômicas: Danos na malha viária (SP-055), habitação e turismo superiores a centenas de milhões de reais.
Tipo de evento: Passagem sequencial de ciclones extratropicais com transbordamento histórico dos rios Taquari, Caí e Jacuí.
• Fatalidades: Mais de 50 mortes registradas em setembro de 2023.
• Deslocamentos: Mais de 25 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas.
• Perdas Econômicas: Superaram R$ 3 bilhões no setor agropecuário e na infraestrutura pública regional.
Tipo de evento: Vórtices ciclônicos e Ondas de Leste provocando tempestades sobre morros com alta densidade urbana.
• Fatalidades: Cerca de ~130 mortes registradas.
• Deslocamentos: Cerca de 120 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas.
• Perdas Econômicas: Superaram R$ 2 bilhões.
Tipo de evento: Precipitação de 250 mm em poucas horas na Região Serrana, resultando em enxurradas e corridas de detritos no centro histórico e morros.
• Fatalidades: 235 mortes registradas.
• Deslocamentos: Mais de 4.000 pessoas desabrigadas/desalojadas.
• Perdas Econômicas: Superaram R$ 1,5 bilhão.
Tipo de evento: Faixa de umidade persistente gerando inundações generalizadas no Sul/Extremo Sul da Bahia, Norte de MG e interior paulista.
27 mortes na Bahia e 34 em São Paulo.
Mais de 90 mil desalojados/desabrigados na Bahia e dezenas de milhares entre MG e SP.
Estimadas em mais de R$ 3 bilhões.
Total de Fatalidades Catalogadas nos Principais Eventos Extremos Nacionais (2021–2026): 724 Óbitos (183 RS + 65 SP + 50 Vale do Taquari + 130 Recife + 235 Petrópolis + 61 ZCAS BA/SP). Com base na métrica científica do IPEA (R$ 4,2 milhões/vida), a mensuração monetária da perda de vidas humanas nesses eventos atinge o montante de R$ 3,04 bilhões.
• Valoração de Vidas Perdidas (VSL IPEA): R$ 3.040.800.000,00
• Perdas em Infraestrutura, Agricultura, Reconstrução e Danos Diretos: R$ 94.500.000.000,00 (Soma dos prejuízos consolidados do RS, Seca Amazônica, Petrópolis, Recife e ZCAS).
O somatório da valoração da perda de vidas humanas (R$ 3,04 Bi) com os prejuízos de infraestrutura e custos de reconstrução pública/privada (R$ 94,5 Bi) comprova que o impacto dos maiores eventos severos no país supera R$ 97,54 bilhões, demonstrando a necessidade urgente de investimentos em inteligência preditiva.
Minas Gerais configura-se como um dos entes estaduais de maior vulnerabilidade geo-hidrológica do país, apresentando topografia acidentada e elevados contingentes urbanos em áreas suscetíveis a movimentos de massa, enxurradas e transbordamento de bacias hidrográficas.
Tipo de evento: Chuvas extremas e contínuas acumuladas na bacia do Rio Doce provocaram o colapso de taludes e encostas (com severidade no bairro Bethânia, em Ipatinga) e enxurradas que arrastaram automóveis e inundaram comércios.
Remoção de mais de 18 mil toneladas de entulho e lama das vias públicas de Ipatinga. Prejuízos privados e públicos consolidados superando R$ 150 milhões.
Tipo de evento: Enxurradas urbanas e escorregamentos de terra recorrentes provocados por episódios sequenciais da ZCAS.
• Impacto Humano: Dezenas de feridos e mais de 1.200 desalojados/desabrigados ao longo do triênio.
• Perdas Econômicas: Danos na infraestrutura de drenagem urbana e pavimentação superiores a dezenas de milhões de reais.
Tipo de evento: Acumulado pluviométrico recorde que superou os 750 mm no mês de fevereiro (três a quatro vezes a média climatológica esperada). O evento provocou o transbordamento do Rio Paraibuna e uma onda massiva de deslizamentos na mancha urbana.
• Óbitos: 66 mortes confirmadas pela Defesa Civil e Governo Estadual.
• Desabrigados e Desalojados: Mais de 8.500 pessoas sem moradia ou removidas de áreas de risco.
• Estragos e Infraestrutura: Mais de 8.000 ocorrências registradas, interdição de unidades de saúde e decretação de Estado de Calamidade Pública.
• Perdas Econômicas: Estimadas na ordem de centenas de milhões de reais em infraestrutura urbana, contenções de taludes, remoção de escombros e paralisação do comércio local.
Tipo de evento: Precipitação extrema superior a 170 mm em apenas três horas. O Ribeirão Ubá subiu 7,82 metros, inundando todo o centro comercial da cidade e gerando corridas de lama em bairros periféricos.
Dezenas de estabelecimentos comerciais destruídos. Liberação emergencial de R$ 8 milhões pelo estado e prejuízos totais calculados em mais de R$ 80 milhões.
Tipo de evento: Precipitação volumosa prolongada e colapso de maciços. Em São Gonçalo do Rio Abaixo, o Rio Santa Bárbara transbordou atingindo cotas históricas e ilhando bairros inteiros.
Destruição do sistema de captação de água municipal e pontes rurais, com danos acumulados superiores a R$ 35 milhões.
Tipo de evento: Transbordamento simultâneo das bacias dos rios das Velhas e Paraopeba decorrentes de ZCAS contínuas, provocando o maior isolamento metropolitano dos últimos 30 anos.
Prejuízos de mais de R$ 1,2 bilhão na infraestrutura viária metropolitana, paralisação do fluxo logístico de mineração/indústria e destruição de redes de água e esgoto.
Deslizamentos geológicos graves na bacia do Rio Doce e Zona da Mata, somando 8 óbitos por soterramento direto e mais de 2.000 desalojados entre 2021 e 2023.
Cheias recorrentes das bacias dos rios Muriaé e Pomba com mais de 20 mil desalojados acumulados na série histórica recente e danos agrícolas acima de R$ 200 milhões.
Total de Fatalidades Catalogadas no Estado (2021–2026): 128 Óbitos (66 Juiz de Fora + 11 Vale do Aço + 6 Ubá + 19 RMBH + 1 São Gonçalo do Rio Abaixo + 25 Demais municípios). Com base nas diretrizes do IPEA, a valoração monetária da perda de vidas humanas decorrente dos desastres climáticos em Minas Gerais nos últimos 5 anos perfaz o montante de R$ 537,6 milhões.
• Valoração de Vidas Perdidas (VSL IPEA): R$ 537.600.000,00
• Perdas em Infraestrutura, Agricultura, Limpeza e Reconstrução: R$ 4.390.000.000,00 (Estudo FIEMG / TCE-MG sobre prejuízos diretos em desastres no estado).
O somatório da valoração de perdas de vidas humanas (R$ 537,6 Mi) com os prejuízos consolidados em infraestrutura, agricultura e custos de resposta pós-desastre (R$ 4,39 Bi) comprova que o impacto dos eventos extremos em Minas Gerais ultrapassa os R$ 4,92 bilhões, evidenciando a urgência de investimento em inteligência territorial e sistemas de alerta preventivo.
O Brasil enfrenta o avanço extremo de desastres fortalecidos pelo aquecimento global. De acordo com o relatório oficial do CEMADEN/MCTI (2025), a média histórica recente registrou temperaturas mais de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. A esmagadora maioria dessas ocorrências está relacionada à água, acompanhando uma tendência global chancelada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) de aumento severo em eventos de inundação.
Projeção prospectiva de expansão da plataforma, combinando monitoramento IoT, Inteligência Artificial e o modelo de valoração socioeconômica de vidas e infraestrutura salvas.
Cobertura Territorial: 45 municípios monitorados (≈ 5,3% de Minas Gerais), com ≈ 1,5 milhão de habitantes protegidos.
• Estruturação das Defesas Civis Municipais em plataforma integrada.
• Ampliação da capacidade de monitoramento territorial e fortalecimento da cultura de prevenção.
• Emissão de alertas em tempo real para áreas críticas e maior capacidade de resposta antes dos desastres.
• Monitoramento contínuo de áreas suscetíveis a enchentes e deslizamentos por meio de cadastro georreferenciado e histórico de dados.
R$ 200 milhões a R$ 450 milhões por ano
Em valor total protegido e perdas evitadas. Soma de R$ 80 Mi a R$ 150 Mi em infraestrutura/limpeza urbana + R$ 120 Mi a R$ 300 Mi em VSL IPEA salvaguardado (28 a 70 vidas preservadas/ano).
180 municípios monitorados (≈ 21% dos municípios mineiros), com ≈ 8 milhões de habitantes potencialmente beneficiados.
• Consolidação de uma rede regional integrada de monitoramento.
• Maior capacidade de evacuação preventiva e redução da exposição da população em áreas críticas.
• Integração operacional entre municípios e órgãos estaduais.
• Monitoramento integrado de microbacias hidrográficas e vigilância permanente de encostas críticas baseado em IA.
R$ 1,2 bilhão a R$ 3,1 bilhões por ano
Em valor total protegido e perdas evitadas. Soma de R$ 500 Mi a R$ 1,2 Bi em ativos urbanos/PIB local + R$ 700 Mi a R$ 1,9 Bi em VSL IPEA salvaguardado (160 a 450 vidas salvas/ano).
450 municípios monitorados (≈ 53% dos municípios mineiros), com ≈ 15 milhões de habitantes potencialmente beneficiados.
• Rede estadual integrada de resiliência climática e fortalecimento da governança territorial.
• Maior capacidade preditiva para eventos extremos e ampliação da proteção da população vulnerável.
• Banco estadual de inteligência climática, monitoramento permanente de encostas e áreas inundáveis.
• Apoio à recuperação ambiental, adaptação climática e base de dados para planejamento urbano resiliente.
R$ 5 bilhões a R$ 12 bilhões por ano
Em valor total protegido e perdas evitadas. Soma de R$ 2 Bi a R$ 5 Bi em infraestrutura/patrimônio + R$ 3 Bi a R$ 7 Bi em VSL IPEA salvaguardado (700 a 1.600 vidas preservadas/ano).
≈ 2.000 municípios integrados protegendo de forma ágil ≈ 90 milhões de brasileiros.
• Ampliação da cobertura do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
• Integração federativa entre municípios, estados e União com democratização do acesso às tecnologias de monitoramento.
• Monitoramento nacional de áreas suscetíveis, apoio aos Planos Municipais de Redução de Riscos com infraestrutura de dados primários e consolidação nacional de dados.
R$ 35 bilhões a R$ 75 bilhões por ano
Em valor total protegido. Soma de R$ 12 Bi a R$ 25 Bi em ativos da União/estados + R$ 23 Bi a R$ 50 Bi em VSL IPEA salvaguardado (5.400 a 12.000 vidas salvas/ano no país).
Mercados Prioritários: América Latina • África • Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
≈ 300 milhões de pessoas potencialmente beneficiadas em áreas de alto estresse climático.
• Cooperação internacional ativa em gestão de riscos e amparo de populações altamente expostas.
• Monitoramento climático transnacional apoiando políticas de adaptação baseada em evidências sólidas unindo IA e IoT.
US$ 15 bilhões a US$ 45 bilhões por ano
Em perdas potencialmente evitáveis. Soma de US$ 5 Bi a US$ 15 Bi em ativos + US$ 10 Bi a US$ 30 Bi em valor social e VSL preservado em territórios vulneráveis.
Presença operacional em mais de 40 países (América Latina, Europa, África, Ásia e Oceania), beneficiando diretamente mais de 1 bilhão de pessoas.
• Foco em grandes regiões metropolitanas, bacias críticas, zonas costeiras e territórios vulneráveis às mudanças climáticas.
• Inteligência Planetária: integração via IA de gêmeos digitais (Digital Twins), dados de satélite e 500.000+ sensores IoT ativos em campo.
US$ 150 bilhões a US$ 350 bilhões por ano
Em valor global protegido e perdas evitadas. Soma de US$ 50 Bi a US$ 100 Bi em cadeias e logística + US$ 100 Bi a US$ 250 Bi em preservação de vidas e bem-estar mundial.
O Ecossistema YBYRÁ foi selecionado para o prestigiado ClimateLaunchpad 2026, a maior competição global de aceleração de negócios focados em cleantech e tecnologias de mitigação climática. Esse reconhecimento internacional chancela a seriedade de nossa engenharia e nos posiciona como uma referência em inovação para o mercado B2G e B2B de impacto. Atualmente, estamos participando ativamente da etapa nacional do Climate Launchpad 2026, além de estarmos oficialmente inscritos no edital 03 do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) em cooperação com o EUROCLIMA, no programa SEBRAE Startups e no edital Centelha/MG para fomento de tecnologia de excelência.
A precificação do Ecossistema YBYRÁ reflete o impacto de uma governança territorial unificada. O preço não é custo de software, é valor de governança, prevenção ativa e exclusividade absoluta baseado no indicador de Valor Estatístico de Vida Humana (VSL) de R$ 4,2 milhões balizado pelo IPEA.
Estamos selecionando estrategicamente apenas 4 municípios pioneiros para a implantação da fase de Projeto Piloto. As prefeituras qualificadas contarão com condições financeiras de contratação especiais e acompanhamento direto do corpo técnico corporativo.
No Ecossistema YBYRÁ, o Retorno sobre o Investimento Público (ROI) não é uma promessa abstrata. Ele é calculado a partir de uma matriz trimodular de dados auditáveis, que combina recuperação de receita própria, economia de erário e a valoração científica da preservação de vidas humanas:
Até 30.000 hab. | Até 15 Usuários | Até 5 APAs / Conexão com 10 Sensores | 100 GB Armazenamento.
30.001 a 100.000 hab. | Até 40 Usuários | Até 15 APAs / Conexão com 30 Sensores | 300 GB Armazenamento.
Acima de 100.000 hab. | Até 100 Usuários | Até 50 APAs / Conexão com 80 Sensores | 1 TB Armazenamento.
Inclui licença unificada do CORE + Módulos KAAVAPY, AMANARÁ e ARANDU com descontos progressivos.
Contratação modular isolada por ciclo de Operação Recorrente Mensal.
Estrutura comercial direcionada à divulgação de cadeia de suprimentos, conformidade IN CVM 59/2021 e financiamentos sustentáveis.
Fundadora, Diretora Executiva e Diretora de TI
Liderança focada no desenvolvimento de soluções voltadas à Inteligência Territorial, transformação digital nos setores público e privado e fomento a ecossistemas inteligentes GovTech, ClimateTech e EdTech.
Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro
Responsável pelo planejamento financeiro estratégico, gestão orçamentária do modelo SaaS e viabilidade econômica das operações e setups do ecossistema.
Diretor do Departamento Jurídico
Responsável pela blindagem jurídica institucional, conformidade regulatória nas contratações públicas (B2G/B2B) e defesa dos ativos tecnológicos.
Diretora do Departamento de Marketing
Líder das estratégias de posicionamento de mercado, atração B2G/B2B e divulgação institucional dos impactos socioambientais promovidos pela plataforma.
Diretora do Departamento de Relações Internacionais
Responsável pelo plano de expansão global, captação em fundos climáticos internacionais e consolidação de parcerias com redes transnacionais de fomento.